A Certimine, startup dedicada à certificação de mineradoras com foco em critérios ESG, recebeu seu primeiro aporte de capital, de R$ 3 milhões, em rodada que a avaliou em R$ 60 milhões.

Entre os investidores e nomes que compõem os quadros da Certimine aparecem Leandro Baran, cofundador da 99, Tatiana Campos, CFO da Serasa, e Mauricio Okubo, CEO da rede de joalherias Julio Okubo, entre outros.

A startup planeja investir esses recursos em ferramentas de automação com inteligência artificial, rastreamento avançado e georreferenciamento de visitas a campo. A ambição é chegar a 10% de participação de mercado até o fim do ano, com faturamento de R$ 14 milhões.

A Certimine foi fundada em 2022 pelo engenheiro de minas Eduardo Gama, CEO da startup, e por Raphael Jacob, chefe de operações, com vistas a reduzir a circulação de minérios extraídos de maneira irregular no Brasil.

“Este investimento é de extrema importância para a continuidade de nossa missão, que consiste em trazer valores ESG para a indústria de mineração brasileira”, diz Gama, em nota. Segundo ele, a certificação já evitou que mais de 200 quilos de ouro de origem irregular circulassem no mercado legal.

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Certimine, startup de certificação de mineradoras, é avaliada em R$ 60 milhões em primeira rodada de aportes | Empresas