De acordo com Brian Requarth, cofundador da Latitud, a nova solução chega para reduzir o atrito para fundadores, agregando uma camada de software e automação ao componente de serviço de compliance offshore.

“Para manter uma offshore, ela precisa cumprir algumas obrigações que são recorrentes, e isso pode ser feito de forma mais eficiente e econômica utilizando tecnologia”, diz Brian, em entrevista ao Startups.

Conforme explica o executivo, startups acabam pagando mais pelo trabalho de compliance, já que a maioria de escritórios de advocacia operam dentro de um modelo tradicional, cobrando uma mensalidade fixa.

“Há pouca transparência sobre como funcionam estes processos de compliance, e na parte de billing, por operarem como um escritório tradicional, fica mais difícil de ser transparente quanto à precificação também”, dispara.

Foi aí então que entrou a Ballard & Associates, escritório fundado pela advogada Christine Ballard, que agora faz parte da Latitud como Diretora Tributária. 

“Eles criaram um modelo de negócios como um menu de serviços que integram este trabalho, e nós colocamos isso como uma camada de tecnologia. Para uma startup, isso gera maior eficiência de custos e maior transparência nos processos”, explica Brian. “Criamos uma estrutura para facilitar processos que antes eram muito mais complexos e agora são software driven, a 40% do preço de um escritório”, completa.

“Estou animada de combinar tecnologia com a nossa experiência para resolver os problemas dos nossos clientes em maior escala”, afirma Christine, em comunicado. “Fundadores saberão o que esperar desde o início e terão visibilidade sobre todo o processo, mas nosso objetivo é que eles nem precisem pensar nele. Estamos economizando tempo para todos e colocando compliance no piloto automático”, completa.

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Latitud dá passo para ampliar o leque de produtos para startups que abrem offshores no exterior